"Bem-vindo"
A série de Fairy Tail gira em torno das aventuras dos personagens centrais: Natsu Dragneel, Lucy Heartfilia, Gray Fullbuster , Erza Scarlet, Happy e recentemente tendo Juvia Lockser, Gajeel Redfox e depois Wendy Marvell e os exceeds Charlie e Phanterlily como coadjuvantes. Lucy Heartfilia é uma jovem maga de 17 anos que deseja evoluir e tornar-se uma grande maga. Para isso, ela terá que entrar em uma guilda de magos, para ganhar dinheiro, sobreviver e também aprimorar suas habilidades. Ela chega até a cidade de Hargeon, onde Natsu Dragneel e Happy desembarcam para procurar Igneel, o dragão que criou Natsu como se fosse um filho, e que um dia, repentinamente, sumiu. Lucy, encontra Natsu e Happy ocasionalmente, após envolverem-se com o perigoso criminoso Bora que tenta transformar Lucy em sua escrava. Após salvar a maga, Natsu, que é integrante de uma das mais famosas guildas, a Fairy Tail, convida a garota a juntar-se a guilda. Assim, Lucy ingressa na Fairy Tail, onde começa a viver todo tipo de missão perigosa junto com Natsu e Happy. A história se passa em um universo conhecido como Mundo Mágico, uma terra onde a magia é usada em larga escala e os magos gozam de um alto status. Para organizar e facilitar a vida dos magos, surgem as guildas, organizações controladas pelo Conselho que, por sua vez, é controlado pelo Governo. Uma guilda funciona como uma "agência de empregos temporários": um cliente encomenda um serviço, um mago (sozinho ou em equipes) aceita a tarefa e caso seja completado com sucesso, há uma recompensa que varia de acordo com a periculosidade e grau de dificuldade da "missão". Contudo, assim como existem guildas "pacíficas" como a Fairy Tail, também existem guildas das "trevas", de mercenários, com fins e objetivos obscuros.

Atual Saga do mangá. Depois de 7 Anos, a Fairy Tail esta na última posição no ranking das Guildas, e atualmente a número 1 é a SaberTooth, que possui dois dragons slayers: o Dragão Branco Sting, e o Dragão das Sombras Rogue. Gildarts é indicado para ser o novo mestre da Fairy Tail, mas este recusa e vai embora deixando uma carta dizendo que iria voltar. A Fairy Tail decide então participar do Torneio Mágico, que decide qual guilda é a mais forte, em três meses. Aparece um time contra guildas das trevas formado por Ultear, Meldy e Jellal que querem investigar o torneio e ajudam a Fairy Tail. São cinco dias de torneio e somente 8 guildas foram pré selecionadas. Os dois times da Fairy Tail, Blue Pegasus, Lamia Scale, Sabertooth, Mermaid Heel, Quatro Cerberus e Raven Tail, antiga guilda das sombras cujo mestre é o filho de Makarov, pai de Laxus, Ivan. Cada dia tem um tipo de competição entre as oito guildas e quatro batalhas que ocorrem entre duas equipes. No Torneio há uma Maga Estelar chamada Yukino, o que interessa os organizadores do Torneio que parecem ter um interesse em Lucy. Graças a vergonha de ter perdido no segundo dia, Yukino é expulssa da guilda e humilhada. Milliana volta e se revela ser da Mermaid Hell para Erza e diz que Kagura e ela querem matar Jellal. Natsu tenta vingar Yukino e invade a sede da Sabertooth, desafiando Jiemma,mestre da Sabertooth,que faz pouco de Natsu e manda um subordinado lutar com ele e é rapidamente derrotado porém a luta é interrompida por Minerva que tinha Happy de refém e ameaça Natsu que vai embora com Happy. Laxus batalha contra seu pai, que covardemente luta com seus quatro ajudantes. Mesmo assim, Laxus ganha a luta mostrando para todos a sujeira da Raven tail que é eliminada. Wendy luta contra Cheila, a God Slayer do Ar. A luta acaba em empate. O conselho vai atras de Mystogan e tiram sua mascara. O conselho começa a investigar a Fairy Tail. Jellal sente uma energia muito forte e pensa ser Zeref, o motivo que o levou a investigar os jogos junto com Ultear. No quarto dia a partida é vencida por Minerva, que substitui Yukino, ela espanca Lucy na partida causando um choque entre Fairy Tail e Sabertooth. Fairy Tail A e B tem que se juntar já que Raven tail foi eliminada.A nova equipe é formada por Natsu, Gray, Erza, Laxus e Gajeel.Apos esse incidente o time Fairy tail enfrenta uma batalha de duplas no 4° dia,na qual a dupla escolhida é Natsu e Gajeel Vs Sting e Rogue onde mesmo a dupla de Dragon slayers da sabertoth usando o dragon force foi derrotada por Natsu que descartou seu parceiro no meio da batalha, o que resultou numa descoberta de Gajeel sobre um "cemitério de dragões" embaixo do palácio.Tal descoberta leva a acreditar que o mago negro Zeref esta por tras de tudo.

Em ultimas palavras, devem criar o vosso personagem e começar a tua saga, treinando novas técnicas e atributos, combater contra outros players em combates PvP ou torneios e pouco a pouco evoluir o teu rank para ter acesso a novas armas e novas habilidades.

Espero que gostem do fórum e lembrem-se que o mais importante é divertirem-se e criar novas amizades neste forum deste anime espectacular. Abraço a todos e muito bem-vindos


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1 Aventuras do Cavaleiro Lobo em Sex Dez 14, 2012 8:37 pm




O principio da aventura - O nascimento do pequeno cavaleiro lobo

Dizem que todo aventura começa com uma decisão, e que uma decisão importante pode mudar o mundo, pro bem... ou pro mal... pras trevas ou pra luz; não posso dizer que sempre soube o que eram as trevas, nascido de família nobre, com habilidade naturais acima do comum, o futuro lorde de Winterfell, com certeza trevas não eram meu forte, como eu disse não eram.

Tudo parecia levar para um dia perfeito, Winterfell inteira se preparava pra visita da corte real de Fiore, o rei iria averiguar se Winterfell ainda era a maior e mais rica cidade do norte, checar se assim como os rumores era uma fortaleza impenetrável e o distrito militar mais forte e promissor de Fiore, e como futuro lorde de Winterfell eu era o centro das atenções, por horas as empregadas dos Starks me arrumavam e me instruíam de como falar, como agir, e obviamente como me portar em frente ao rei, como futuro lorde de Winterfell eu ia ser o mais testado, afinal em um curto período de tempo, caso tudo continuasse a correr daquela forma eu seria o líder de toda a Winterfell, controlaria 2/5 de todo o exercito de Fiore, mais do que o próprio exercito real, minha lealdade, habilidade de batalha, e liderança tinham que ser demonstradas em frente ao rei. Essa era uma das raras horas que eu não estava cercado de serviçais, elas haviam me deixado a poucos minutos, me deixando comigo mesmo refletindo sobre o que estava por vir... confesso que estava assutado, mas os Starks são treinados pra serem guerreiros e lordes desde pequenos, eu havia sido treinado pra isso desde que nasci.

O quarto estava silencioso, e eu olhava o espelho, admirando a mim mesmo, usava uma armadura negra, com o rosto de um lobo estampado no peitoral, sobre a armadura um manto negro, que tinha a pele de um animal sobre ele, a pele cobria os meus ombros e um pouco das costas, era um belo manto, e me mantinha quente em meio ao frio cortante de Winterfell; não estava com medo da decisão do rei, eu sabia que tudo correria bem, porém estava ansioso..., sera que eu teria que realizar algum feito, ou teste pra impressionar o rei? O silencio do quarto era destruído pelo rangir da porta de ferro que se abria, e do longo corredor que levava até o fim da torre da ala sul do castelo de Winterfell surgia meu pai, um alto e forte homem de cabelos negros, a quem todos tratavam com respeito e admiração, a anos todos os chamavam de Lorde Dos Primeiros Homens, um apelido dado aos seus descendentes os fundadores de Fiore, porém eu o chamava apenas de pai; ele trazia em seus braços um grande pano, que enrolava algo; nos seus olhos o orgulho era visível, mais do que o comum, ainda em silencio, com a mão esquerda, ele desenrolava o pano que cobria a... a espada, uma bela espada brilhante que tinha uma bela cabeça de lobo branco decorando o cabo do manejo, meu pai me dava a espada enquanto falava - Cuidado isso não é um brinquedo..., e o lobo no cabo, é o simbolo da casa Stark, da nossa casa, a honre, nunca deixe que essa espada veja a sua derrota, porém faça ela derrotar todos os inimigos que você ver. - Eu ouvia o que ele dizia enquanto admirava a espada que brilhava com a fraca luz do sol que vinha da janela, meu pai jogava o pano que de outrora enrolava a espada sobre a minha cama, e pra encerrar aquele momento "pai e filho" me dava a bainha da espada, pra que eu pudesse a guardar quando não precisasse a usar; meu pai saia do quarto enquanto me dava uma ultima lição - Nunca se esqueça de quem você é, porque é certo que o mundo não se lembrará. Faça disso sua força. Assim, não poderá ser nunca a sua fraqueza. Arme-se com esta lembrança, e ela nunca poderá ser usada para magoá-lo - Com o fim da frase ele se retirava do quarto; queria ficar o resto do dia trancado no quarto admirando minha espada e pensando nos conselhos do meu pai, mas não tinha tempo pra isso, logo o rei chegaria, tinha que espera-lo no portão como um bom lorde; embainho a espada e em seguida a amarro na cintura, com tudo pronto me olho uma ultima vez no espelho, tomo folego e vou para o portão de Winterfell.

Toda Winterfell estava no portão, esperando a corte real, que estava próxima, pelo menos segundo os vassalos que viviam nas proximidades de Winterfell; não só os Starks, mas como todos os moradores de Winterfell esperavam a corte real, pobres e ricos, magos ou guerreiros, todos esperavam pacientes; na frente estavam os Starks, tendo meu pai como dianteira, comigo, minha mãe que estava gravida e guardas reais ao seu lado; todos com grandes expectativas, acreditando que a visita do rei traria só mais alguns dias de festas para Winterfell, eu era um desses... pobres tolos... mal sabiam o que estava por vir. Alguns minutos se passaram até a caravana da corte real ser visível, uma enorme série de carruagens e cavalos, com centenas de guardas reais vestidos com armaduras douradas brilhantes; na carruagem da frente estava o simbolo de um escudo com duas espadas na sua frente formando um "x", o simbolo do ministério da defesa, então além da casa real alguns ministros também estavam vindo... bom não podia dizer que era uma surpresa, afinal Winterfell era uma peça importantíssima no papel da defesa do reino; na carruagem de trás o simbolo da coroa, porém com uma fita em sua volta, era o inconfundível simbolo da rainha, e dos herdeiros do trono, que sempre viam separados do rei, por questões de costumes antigos; e por fim, em uma carruagem com adornos de ouro e prata, com o enorme desenhos de dragões simbolo da casa Targaryen, a casa real da corte; a caravana da corte logo cruzava as campinas e chegava ao portão de Winterfell, nunca tinha sentido aquilo, me sentia como o veredeiro lorde de Winterfell, eu tinha que liderar aquele povo; a caravana finalmente parava, em frente ao portão, e enquanto a corte e o ministro da defesa desciam de suas carruagens os guardas reais encaravam o povo como se eles fossem ameaças, meu pai aparentemente também já tinha notado isso, e quebra a tensão falando - Sejam bem vindo meus senhores, é uma honra vos receber em Winterfell - Dizia isso enquanto fazia uma reverencia, que era repetida por todos os moradores de Winterfell, inclusive eu, porém algo que mudaria minha vida pra sempre acontece, graças a aquela reverencia; com o fim da frase de meu pai, o rei, Aerrys Targaryen popularmente conhecido como Rei Louco, que a aquela altura já estava completamente bêbado sai de sua carruagem dizendo - Por que zomba de mim maldito Lorde de Winterfell? Ambos de nós sabemos que você nesse momento é muito mais rei que eu, com as ultimas investidas dos Dothrak contra Crocus meu exercito foi dividido pela metade, o que te torna o patriarca militar de Fiore - Ele dizia enquanto tropeçava nos próprios pés - Maldito Lorde Dos Primeiros Homens, gostaria tanto de te punir, mas sera que eu conseguiria resistir a invasão dessas vadias que você chama de exercito? - Os moradores pareciam assutados, e mesmo meu pai estava espantado com a atitude do rei, a corte e o ministro também não faziam nada, apenas baixavam os rostos; aquela tinha que ser minha chance prometida pelo destino pra mostrar minha liderança, e se aquele fosse o teste do rei? Tomava folego e dizia com um ar de superioridade - Maldito Lorde de Winterfell? Como você disse ele é muito mais rei do que você, seu porco sujo, cuidado como fala Rei Louco, você não esta em Crocus, você esta em Winterfell, no norte, e no norte nós somos os líderes - Bom, digamos que aquilo não tinha soado como eu esperei..., toda Winterfell olhava assutada pra mim, inclusive meu pai, a corte estava perplexa e o rei tomado pela fúria, mal conseguia falar, só rugia, quando o 'Rei Louco' finalmente consegue falar algo diz com uma voz estranhamente 'chorosa' - Matem esse maldito garoto, o matem agora - Os guardas reais, que pareciam ter ficado felizes com a ordem sacam suas espadas e vem em minha direção, visivelmente querendo me ferir, e eles conseguiriam, se meu pai não sacasse sua espada e fosse seguido por toda a guarda de Winterfell, que superava de longe o número de guardas reais; os guardas de Winterfell assim como meu pai me empurravam pra trás, tentando me proteger, e eu... claro que estava impotente e apavorado, mesmo com uma espada e a habilidade pra usa-la não conseguiria me defender, era apenas uma criança. Tudo parecia que ia acabar como uma batalha entre Winterfell e a corte real, mas meu pai mostrou mais uma vez sua habilidade como lorde, com toda a calma disse - Vossa majestade, não leve em conta a atitude de meu filho, ele é uma criança, e mais um Stark, sabe o quanto nossa honra é importante pra nós, vê-lo me reprender fez o sangue subir a sua cabeça. E bom, como o senhor mesmo disse, sera que sobreviveria a uma revolta do norte? - O final da frase tinha soado mais como uma ameaça do que como uma tentativa de apaziguar a situação; o rei porém parecia estar mais calmo, e se pelo menos eu fosse o rei não ousaria desafiar Winterfell... sem muitas escolhas o 'Rei Louco' diz ofegante - Abaixem as espadas homens, e Lorde Dos Primeiros Homens, ensine bons modos ao seu filho, não vou perdoar um segundo motim.





(Continua...)


Próx cap: Lord Aerrys Targaryen



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2 Re: Aventuras do Cavaleiro Lobo em Dom Dez 23, 2012 4:37 pm




Segundo Capitulo:
Lord Aerrys Targaryen

A noite havia finalmente chegado, o clima de tensão no entanto era o mesmo, a chegada da corte tinha causado um reboliço e tanto em Winterfell; o rei não parecia feliz e a corte não era diferente, meu pai tentava ignorar o que havia acontecido, mas era um tanto mais difícil pra mim, eu só não havia decepcionado meu pai mas como também havia colocado Winterfell em risco, o rei poderia considerar a minha ação como traição, e declarar guerra do reino contra Winterfell, o que não seria nada agradável pras tropas do norte; o salão de festas estava lotado, pessoas dançavam, pessoas bebiam e pessoas falavam sobre uma possível traição contra a coroa, conversas que chamavam a atenção do rei, que olhava atentamente uma mesa no canto do salão que cochichava sobre uma conspiração criada a anos. Eu estava sentado na mesa principal do salão, perto do centro, do lado esquerdo do meu pai, que estava do lado esquerdo do rei; a minha esquerda estava minha mãe, que me segurava pela mão o tempo inteiro... bom o rei era um homem vingativo, a qualquer momento o salão podia ser invadido por uma horda de guardas de Crocus que me levariam até o abismo mais próximo e me faria 'desaparecer pra sempre' e minha mãe não queria que isso acontecesse... por isso me segurava como se a qualquer momento tivéssemos que sair correndo do salão; mas fora a tensão, e o medo que pairava, principalmente sobre minha mãe a noite estava bonita, o céu estava estrelado, e eu observava as estrelas por através da janela do salão; o que dizer, era uma criança, as festas no salão já não me divertiam, e a noite ia ser muito, muito longa, queria sair, quem sabe visitar os estábulos, e cavalgar sendo guiado pela luz das estrelas, seria realmente muito divertido; mas o complicado seria fazer minha mãe permitir tal coisa, ela não queria soltar minhas mãos, quanto mais permitir que eu cavalgasse sozinho; bom não custava tentar... mas mesmo pra tentar eu tinha que ter a estratégia certa, por isso me viro pro meu pai e digo - Pai, gostaria de ir até os estábulos, sera que posso? - A frase parecia ter ferido minha mãe como uma facada, a sua cara tinha ficado rubra como a cor dos mantos do rei, e sua mão fria, porém ela não desviava o olhar, ou fazia algum gesto, apenas ficava paralisada, como uma genuína estatua; meu pai por outro lado parecia estar furioso, seus olhos estavam quase penetrando minha alma, ele olhava meus olhos, com toda a raiva que alguém poderia sentir, mas respondia tentando soar natural - Não meu filho é seu tr - Ele é interrompido pelo rei que aparentemente tinha ouvido tudo - Qual o problema Lorde dos Primeiros Homens, o grande Theon Stark não gosta que seu filho ande a cavalos? Deixe o garoto - Ele virava o olhar pra mim, e com um sorriso amarelo dizia - Pode ir meu filho, seu pai não vai te atrapalhar, essa é uma ordem do rei - O que poderia dizer? Eu era ingenuo, na minha jovem cabeça o rei simplesmente tinha esquecido tudo, e estava tentando criar laços de 'amizade' com o futuro Lorde de Winterfell; claro, meus pais não eram tão ingênuos quanto eu, e enquanto minha mãe apertava ainda mais minha mão me impedindo de levantar, meu pai tentava argumentar com o rei - Meu senhor, o norte é um lugar perigoso essa hora, meu - Mas uma vez o rei interrompe - Theon, isso foi uma ordem. - Meu pai da um ultimo suspiro, após todos os acontecimentos do dia, não era uma ação inteligente desobedecer o rei, porém como um ultimato meu pai fala - Ok, mas ele vai acompanhado dos guardas de Winterfell - O rei não parecia contente,mas não respondia ou argumentava, apenas se matinha calado. Eu usava um pouco de força pra conseguir me soltar das mãos de minha mãe, e quando finalmente conseguia me levantava e ia pro estabulo, e assim como meu pai disse, eu era seguido por uma série de guardas que estavam no salão, era inacreditável a eficiência desses guardas, nada mais do que ouvir meu pai falando era é o suficiente pra seguir suas ordens.


Os estábulos estavam vazios, a não ser pelos cavalos e pelos guardas que me acompanhavam, nem mesmo o vassalo responsável por ele estava lá; não era de se espantar, Winterfell inteira estava no salão de festas; minha vontade de cavalgar tinha se esvaído, eu não tinha como preparar um cavalo sem o responsável pelo estabulo, estava fora de questão, então o jeito era observar as estrelas, sem duvida seria mais divertido do que ficar dentro daquele salão. Eu estava sentado em um 'banquinho', do lado da porteira dos estábulos, a minha volta, de pé, estavam 6 cavaleiros com armaduras negras, sem elmos, mas com capas, longas capas, feita de peles, que os protegiam do frio cortante de Winterfell, alias creio que essa fosse a maior diferença entre o povo do norte e o povo de Corcus, o frio, Crocus era uma cidade suprida, em que 90% dos cidadãos nunca teve que lutar pra viver, coisa que infelizmente era muito diferente em Winterfell, o frio fazia as pessoas estocarem comida, pois o frio matava os animais e as colheitos, muito dificilmente existia epocas de fartura no norte, mesmo em Winterfell... ; ainda sim, Winterfell era uma cidade com pessoas felizes, as próprias adversidades criavam isso, pessoas que enfrentavam problemas a vida inteira, se contentavam com pouco, e esse pouco os fazia feliz. As estrelas estavam bonitas, e iluminavam as ruas estreitas, além de casas, pequenos pontos comerciais e mesmo o estabulo, além disso as estrelas iluminavam uma matilha de cães, que parecia estar comendo algo... admito que aquilo estava sendo a atração da noite, observava atentamente os cães comerem, bom isso até ouvir um ganido, como um choro de um filhote, era inacreditável, mas os cães estavam comendo algo vivo, pelo jeito não eram só as pessoas que passavam fome... de toda forma eu não podia permitir algo ser comido vivo; me levanto do 'banquinho', e corro em direção aos cães, de principio os cavaleiros se preocupavam e começavam a correr atrás de mim, mas logo notavam meu objetivo e paravam...; ainda estava com a espada que havia ganhado de meu pai na cintura, a saco, e quando estou próximo o suficiente acerto um dos cães na perna com a espada, bom, como meu pai tinha dito, aquilo não era um brinquedo..., a espada decepa a perna do cachorro quando a toca, o que me surpreende bastante, não imaginava que aquilo fosse acontecer... de toda forma eu não poderia colar a perna do cachorro de volta, o que passou, passou; o cachorro que tinha a perna cortada caia no chão inconsciente sangrando bastante; pra minha sorte o resto da matilha não parecia interessada em perder a perna por isso sai correndo, indo em direção ao portão; bom, em relação ao cachorro ferido não havia mas o que fazer, ele havia sangrado muito, sacrifica-lo seria o mais piedoso, porém antes que eu pudesse fazer isso, o choro vindo da 'comida' da matilha, chama mais uma vez minha atenção, graças a isso volto a olhar pro foco do choro, e a surpresa me toma, os cachorros estavam comendo uma família de lobos..., provavelmente a mãe já estava morta, e os filhotes não conseguiam se defender, infelizmente, todos já haviam morrido, esqueço o cachorro que estava definhando e caminho até o corpo dos lobos, me sentia o responsável, se eu tivesse interrompido os cães antes, os lobos talvez ainda estivessem vivos, mas algo corta meu drama, um choro fino e desafinado, que vinha de baixo do corpo da mãe lobo, embainhava a espada e com muita pressa tirava o corpo da 'loba' de cima do animal que estava chorando, e descubro que esse animal, era o ultimo filhote vivo, um lobo branco como a neve, porém que tinha parte de sua pelagem suja por sangue, com todo o cuidado que tinha pegava o lobo no colo e o pressiono contra o meu peito, tentando o refugiar do frio;

Spoiler:

Idem à capa do primeiro capitulo

antes que eu pudesse falar algo sou cercado pelos guardas que me acompanhavam, eles pareciam surpresos e um pouco orgulhosos; um deles toma a dianteira e fala - Jovem Lord, o lobo é o simbolo da casa Stark, encontrar esse lobo fazia parte do seu destino; - Outro guarda, o mas alto e forte, com seu inconfundível cabelo branco diz - Hehe, o jovem lord já é capaz de matar um cão selvagem éh? - Os outros guardas davam risada, bom não tinha gostado da brincadeira, mas não imaginava que aquilo ia ser o ultimo 'ponto alto' da noite..., as risadas dos guardas eram substituídas pelo barulho de um golpe certeiro de espada no pescoço do guarda mais alto, depois daquilo tudo acontecia como uma opera, homens com armaduras douradas matavam um guarda após o outro, e em poucos segundos eu era nocauteado por um soco no pescoço, e perdia a consciência; armaduras douradas? Me mandar pra fora? Aquele tinha sido a vingança do Lord Aerrys Targaryen?


Tudo passava diante dos meus olhos, o cachorro, o lobo, os guardas morrendo e eu desmaiando; eu tinha morrido? Não imaginava que a morte fosse assim, era calmo, como se dormisse, pro meu azar ou talvez sorte, eu ainda não tinha morrido... . Acordava em um pulo, assutado e branco como o leite; estava deitado em um colchão, ou algo assim, dentro de uma tenda vermelha, com alguns escudos pendurados no teto; meu peito estava enfaixado, e eu sentia uma dor forte na área do abdome; a tenda estava vazia, relembrando o tempo verbal "estava"; junto com o meu despertar uma lindíssima mulher, de cabelos loiros quase brancos entrava na tenda, ela usava roupas marrons, muito curtas, o que era desproporcional ao seu corpo; quando ela finalmente nota que eu havia despertado e que estava sentado diz com sua bela voz - Bem vindo de volta ao mundo dos vivos, Jovem Lorde.





(Continua...)



Próx Cap: Archenemy

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Lucy


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